sexta-feira, 27 de abril de 2012

um conto, dois pontos

Eram, de uma vez, três. E de início, pra conversa, não se passou mais que disso. Idear; sugerir; ponderar – na [absolutiva?] verbal forma infinita. Muito, em definitivo. E um simultâneo muito pouco – a olhos, o nada visto, assertivo. Noutro qualquer nódulo sensitivo, um burburinhar: constante, insistente; um em como uníssono dissonante. Idéias? Sugestões? Incertezas pouco ou nada sutilmente contornáveis... dúvidas! Ponderação – em muito a desculpa, como luva, estéril, de ajustado caimento , pois, sim: nos dissimulados conformes de aparentes. Os pontos de um conto, a reticências, quem conta pode – num sublimar do permanente  sutilmente aumentar, redimensionando o que dantes transpareceria. Assim diz-se; vale – e por que não?  o voto de confiança: conformação. Por ora, em oposto extremado, multiplicam-se os dizeres, contando – prolixidade a toda  um nenhum ponto presente. Irrelevâncias. Confissão. Desabafo. Um muito desse pouco. Talvez isso, para sempre  felizes?

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